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Alexandre Aleluia critica situação na Venezuela e posição da esquerda em defesa de Nicolás Maduro: “uma catástrofe”

Crédito: Mathias Jaimes/TV Servidor

Diante das manifestações contra ao polêmico regime de governo de Nicolás Maduro que tem o apoio do PT e os demais partidos de esquerda e suas linhas auxiliares, o vereador Alexandre Aleluia (DEM) avalia que a situação política e de violência na Venezuela é uma “catástrofe”.

“A gente não tem como falar sobre agressores e todo o tipo de violência a política sem falar em Venezuela, assunto do momento. A Venezuela, em 1990, era um dos países mais ricos da America Latina e partir de 1998, com Hugo Chavez, passa por um processo de decadencia, com o controle da imprensa, desestatização de empresas, de propriedades, de TV, falta de água, luz, papel higiênico, parlamento fechado, eleições fraudadas, é realmente uma catastrofe. Uma catástrofe econômica. Eu digo sempre que, por onde a esquerda, passa nem a grama cresce mais. Isso a gente está vendo lá. É uma catástrofe moral. Econômica porque a gente viu o que aconteceu com a PDVSA, empresa de petróleo. Lá, era um país grande produtor de petroleo, e hoje é uma lástima, pois realmente destruiram a PDVSA, o que parece muito com o que aconteceu aqui com o petrolão”, aponta Aleluia.
O vereador comparou a violência no Estado com a situação venezuelana em críticas a atual política de gestão de segurança pública adotada pelo governo estadual. “Lá tem uma taxa de homicídios gigantesca, que parece muito com o que acontece aqui no Brasil e na Bahia de Rui. É isso que tem acontecido na Venezuela em relação a truculência. Quando a gente vê Venezuela, a gente acha que o Brasil está muito distante e não está. Existe um componente que junta tudo isso, que é o Foro de São Paulo que unifica isso. A gente acha que são grupos distintos. Venezuela, Brasil, PT  aqui, tudo igual, é um grupo só, faz parte de um grupo só. Quando a gente fala de Venezuela, de Maduro, quando a gente fala de Chavez, do Fidel, dos irmãos Castro, a gente fala do PT, é tudo junto, a prática é igual”, compara.

Após o dia das manifestações e atos de vandalismo em frente à Camara contra a entrega do tírulo de ciddão soteropolitano a João Doria, o vereador fez uma alusão ao mesmo que acontece na Venezuela. “Quando a gente viu aquela infelicidade de ovos arremessados em governantes legítimos como o prefeito Doria, o grande prefeito ACM Neto, a gente está vendo apenas um aperitivo da truculência venezuelana aqui em Salvador. Aquilo não é exceção do PT, aquilo ali é o PT, é o DNA do PT sendo mostrado. Está ai pra todo mundo ver. Eu ouvir que falaram que era brincadeira. Não. Não tem nenhuma brincadeira nessa história, é tudo verdade, esse é o DNA deles e isso a gente tem que combater. O Brasil tem que escolher se quer continuar no comunismo do Foro de São Paulo ou se quer realmente defender o Brasil. A Bahia também tem que decidir se quer voltar para o comunismo do Foro de São Paulo com esa taxa absurda de hoimicídios, nessa lástima na economia, essa verdadeira degradação moral, esse tipo de truculência que acontece aqui ou vai para o verdadeiro estado, verdadeiro sentimento, a verdadeira harmonia e os valores das pessoas dos baianos. Tem que decidir se é a Bahia ou Foro de São Paulo, ‘Rui Maduro’, tem que decidir se é ACM Neto a retornar o orgulho da Bahia e de viver dos baianos ou se é Rui Maduro, com a truculência de Maduro, de Rui, do PT, de Gleisi Hoffmann e do condenado a 9 anos  e meio, que é Luis Inácio Lula da Silva”, critica.

Em relação aos responsáveis identificados pelos atos, entre eles, estudantes, líderes estudantis e até diretores de associações de estudantes, a maioria ligado ao PT, o vereador afirmou que “eles não amam o Brasil e a liberdade e sim o partido e o mito do poder condenado a  9 anos”.

“Portanto, é natural que esse integrantes que são remunerados continuem brigando pelo seu partido, e nunca pelo estado, pela sua cidade e pelo Brasil. Eu vou lutar sempre pelo Brasil, eu vou lutar sempre em falar a verdade e a verdade é essa”, disse.

Quanto ao fato de Lula vim à Salvador e Feira de Santana, o vereador descarta qualquer possibilidade de haver retaliação, “porque não nos utilizamos desse modus operandi”.

“Lula é um cara de pau em achar que é uma grande figura no Brasil e não é, mas não vai haver retaliação. Foi aprovado legitimamente pela casa legislativa, com o meu voto contrário, mas respeito a decisão da Casa. Dá minha parte não havera nada. Vou respeitar. Eu acho que falta isso aqui na Casa  por parte de alguns vereadores que é respeitar o que é decidido aqui na Casa. Eu vou contra o título de Lula, contra a sessão solene de Che Guevara, e votei contra diversos projetos e sempre trato com naturalidade, faz parte. Eu devo aos cidadãos soteropolitanos e aos meus eleitores e aos cidadãos baianos. O que falta a aprender a conviver com democracia e sei que o DNA do Partido dos Trabalhadores e linhas auxiliares estão muito distantes da linha democrática”, critica Aleluia.

O vereador chamou o governador Rui Costa de ‘Rui Maduro’ como tentativa de fazer uma espécie de uma provocação politica. “Não é imaturidade não, está no DNA, é muita maturidade totalitária. Quando eu falo Rui Maduro não é nem um trocadilho, é meramente o sobrenome e eu não os diferencio, não são grupos diferentes, todos fazem parte do mesmo grupo ligados ao Foro de São Paulo. Todos são iguais, Maduro, Rui, Lula, Gleisi Hoffman, Luciana Genro, todo mundo é igual”, critica.

Rafael Santana

 


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Sobre Rafael Santana

Rafael Bonfim Santana é jornalista com experiência em diversos sites e jornais da Bahia

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