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Saúde recebe reforço de profissionais do Mais Médicos em Salvador

Foto: Divulgação

Os distritos sanitários (DS) de Salvador receberão, na próxima segunda-feira (16), oito profissionais de saúde, por meio do programa federal Mais Médicos.

Os clínicos, que estão na cidade desde sábado, atenderão nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos distritos do Subúrbio Ferroviário, Cajazeiras, Itapuã e São Caetano-Valéria.

Além dos oito credenciados para Salvador, a Bahia recebeu outros 108 médicos, que irão trabalhar em outros 70 municípios e um Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei).

Todos os profissionais são brasileiros formados em medicina no exterior (intercambistas). O contrato, que prevê bolsa-salário de R$ 10 mil, é de três anos, mas pode ser renovado.

Em Salvador, os novatos vão se juntar a 121 médicos que participam do programa. Deste número, 88 são brasileiros formados em faculdades do país, 31 são intercambistas e dois, clínicos estrangeiros. Em 2013, início do programa, Salvador contava com 114 profissionais.

O atendimento, de acordo com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), seguirá a política do Mais Médicos, de promover a saúde da família, com foco no acompanhamento dos pacientes e na prevenção a doenças.

“Uma pessoa com diabetes e hipertensão, por exemplo, será orientada a evitar complicações. Assim, além de favorecer mais qualidade de vida ao paciente, a prevenção ameniza a demanda nos ambulatórios”, argumenta a coordenadora de atenção primária à saúde da SMS, Adriana Miranda.

Ela destacou a relação humanizada com o cidadão das regiões mais pobres.

“O contato entre médico e paciente é baseado na inserção e compreensão da comunidade. Significa que, além dos aspectos fisiológicos, a equipe de saúde oferece apoio familiar e assistência social, ao acompanhar o cidadão até na residência”, explica.

Treinamento

Antes de atuar nas unidades de saúde, os médicos passam pelo processo de acolhimento. Nessa rotina, que vai até amanhã, os oito profissionais tomam cursos sobre o funcionamento do sistema municipal.

Soteropolitana, a médica Celi Nascimento, 40, formou-se ano passado na Bolívia. “Tive contato com a medicina preventiva, de orientação ao paciente para cuidar da própria saúde”, diz ela, que vai trabalhar em uma unidade no bairro de Vista Alegre.

Formado também na Bolívia, o acriano Paulino Neto, 37, vê no programa federal uma forma de conquistar o primeiro emprego no Brasil. Assim como Celi, ele enxerga o nobre papel da profissão: “Orientar os que mais precisam”.

O programa

Criado para suprir a carência de profissionais de saúde em regiões de baixa renda, o programa Mais Médicos completa quatro anos. A ação inclui a formação de médicos no país, com meta de criar 11,5 mil novas vagas de graduação e 12,4 mil vagas de residência este ano. Dez mil vagas já foram criadas.

Fonte: A TARDE On Line

 


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Sobre Rafael Santana

Rafael Bonfim Santana é jornalista com experiência em diversos sites e jornais da Bahia

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