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Candidatos ao governo encaram discussões polêmicas em debate

Foto: Reprodução

No início do debate, os postulantes foram questionados pelos jornalistas Raimundo Varela e Adelson Carvalho sobre assuntos delicados que estão em pauta nesta campanha. O candidato do PSOL foi o primeiro a falar e destacou os problemas da economia da Bahia. “Nós temos um Estado completamente desigual. Vivemos um Robin Hood às avessas”, criticou o socialista. “Os produtos da agricultura familiar poderiam ser esgotados de uma maneira tranquila, a Cesta do Povo foi extinta e poderia ser uma empresa para movimentar a economia local, a EBDA também foi extinta e poderia dar apoio técnico em logística para essas famílias”, completou.

Indagado sobre os rumores de que ACM Neto não estaria tão engajado na campanha carlista, o candidato Zé Ronaldo afirmou que o grupo está unido. “Esse assunto do prefeito ACM Neto é do passado, ele está participando ativamente da campanha política”, iniciou o democrata. “Estamos extremamente unidos. O que houve foi um processo normal e legítimo de composição de chapa. O que não abrimos mão é de ter uma mulher na chapa. Nós temos uma mulher que participa bravamente, diferentemente de outras que excluíram as mulheres”, disse fazendo alusão ao grupo do governador Rui Costa, que excluiu a senadora Lídice da Mata da majoritária.

O candidato João Henrique rebateu os argumentos de que saiu mal avaliado da prefeitura de Salvador. “Se dependesse dos meus adversários, não estaria nem aqui. Tentaram até me deixar inelegível”, criticou. “A minha primeira gestão foi tão bem avaliado que saí em quinto e cheguei em primeiro lugar nas duas eleições que concorri”, justificou.

O candidato João Santana respondeu sobre os rumores de que só conseguiu se viabilizar como postulante porque foi a segunda opção da família Vieira Lima. “Fico atônico quando se coloca que a família Vieira Lima… Eu exijo um pouco de respeito de tudo e de todos. Fui ministro do governo Lula”, indignou-se. Ele também foi indagado sobre o caso do bunker de R$ 51 milhões atribuído ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. “O que tenho a ver com as malas?”. “Já disse várias vezes que isso é problema deles [de Lúcio e Geddel]. Quem quiser saber alguma sobre eles procure a Justiça”, bradou. Célia Sacramento explicou sobre o conceito de “nova política”, propagado pela presidenciável Marina Silva (Rede). “Nós temos uma realidade colocado dentro de tudo o que foi colocado. A nova política vai tratar de temas que são praxe, já que todos os políticos falam de saúde, segurança pública e educação e os índices não melhoram”.

Informações da Tribuna da Bahia On Line

Sobre Rafael Santana

Rafael Bonfim Santana é jornalista com experiência em diversos sites e jornais da Bahia com foco em pautas políticas regionais

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