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Cezar Leite reúne médicos que lutam pelo tratamento precoce contra o vírus chinês há 6 meses; profissionais condenam o “fique em casa”

Um dos assuntos mais comentados em redes sociais foi a “super live” realizada pela candidato bolsonarista a prefeito de Salvador, Cezar Leite junto a renomados profissionais de saúde que estão a frente na luta contra o vírus chinês. “Trazemos orientações, orientações e tiramos dúvidas depois de 6 meses de pandemia com os colegas médicos. Conseguimos reunir colegas de todo o país. Toda a verdade virá a tona em breve”, apontou Cezar.

Com basta experiência em doenças infecciosas a infectologista de renome internacional, Dra Nise Yamagughi afirmou que o Brasil teve a oportunidade, “devido à grande diversidade” de experimentar vários espectros. “Alguns lugares como Amapá, que iniciou precocemente o equilíbrio entre gestores públicos e médicos, não passou por uma crise tão importante se comparado com outros Estados”, disse. Para a Dra Nisse, estados que politizaram o tratamento, como é o caso de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, “houve uma grande pressão para que não houvesse tratamento precoce e mesmo assim alguns serviços acima de 60 e 70 anos estavam com uma mortalidade muito alta no início da pandemia. Foi um desastre total e teria sido pior se não houvesse médicos adotando o tratamento precoce”.

O médico Vladimir Neco afirmou que teve muito sucesso no tratamento precoce com seus pacientes, porém que teve que fechar o consultório por mais de 4 meses para poder atender exclusivamente pacientes de hospitais públicos. “O que me chamou atenção no momento foi a diretriz de mandar o paciente para Hospital somente quando sentir falta de ar. Os pacientes não perceberam da percepção da gravidade dessa diretriz. Jamais poderíamos ter dito para o paciente ficar em casa e esperar o estágio inflamatório elevado”, disse.

Medico baiano, Djalma Duarte é um dos principais incentivadores do tratamento precoce com Hidroxicloroquina e Ivermectina. Segundo o profissional de saúde, o tratamento funcionou em todos os seus pacientes. “A dificuldade que tivemos este tempo todo foi de encontrar a medicação. Muitos pacientes não usaram porque não encontraram. Quem colocou essa dificuldade foi justamente o governo da Bahia. Não tem o que discutir. ACM Neto não ajudou porém não colocou dificuldade. A gente teve que buscar a medicação em outros lugares, fora da Bahia até”, disse.

A Dra Raissa Soares, reconhecida nacionalmente após denuncias pela falta de apoio de gestores públicos baianos no tratamento precoce contra o vírus chinês, contou a sua experiência na prescrição do medicamento. “Meu lado leoa ‘reflorou’ na pandemia no momento de salvar vidas. Pessoas absolutamente pacatas de repente levantaram bandeiras. Como foi importante esse momento de defesa no país para que cada paciente receba informação de qualidade para entender que a Covid-19 pode ser tratada. Isso é mérito dos colegas que colocaram a cara a tapa em defesa das pessoas”, disse.

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Sobre Mathias Jaimes

Mathias Ariel Jaimes ( DRT 5674 Ba ) , é CEO do site #TVServidor e sócio-proprietário da agência de comunicação interativa #TVS1 . Formado em publicidade na Argentina. Estudou artes plásticas na Universidade Federal da Bahia. MBA em marketing e comunicação estratégica na Uninassau. Aluno do professor Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia, desde 2015.

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