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Lorena Brandão diz que diálogo com as crianças e adolescentes é a melhor forma de evitar os perigos do jogo Baleia Azul

Crédito: Mathias Jaimes/TV Servidor

Diante da polêmica do jogo Baleia Azul que induz a morte, a vereadora Lorena Brandão (PSC) considera que é preciso adotar uma postura acolhedora e evitar um comportamento mais coercitivo. Para ela, o diálogo franco com as crianças e adolescentes para mostrar os perigos dos desafios propostos é a melhor forma de evitar que os jovens se envolvam com o jogo. Além disso, a parlamentar disse que é necessário também uso de meios judiciais e extrajudiciais para coibir esse abuso a integridade física da vida ds crianças e adolescentes.

“Existem vários mecanismos e ferramentas. Eu acredito que o Ministério Público Federal também já deve estar em ação contra esse jogo sinistro. Se voce é pai, mãe, tio, avô e avó, voce tem um papel preponderante no diálogo. Diálogo é tratar de coisas que estão dentro de nós, é conversar sobre a essência da vida humana, é conversar, escutar as dores, ouvir a criança e o adolescente, se tornar do tamanho dela, ter uma escuta ativa com resposta, uma escuta comprometida. Isso, com certeza, fortalecerá o laço, o vínculo e isso vai coibir a criança e o adolescente de entrar no jogo, até tentado pela curiosidade. Converse com seus filhos, seus sobrinhos, com as crianças na igreja. Esse tema precisa ser debatido nas instituições religiosas, independente do crédito. Isso é pauta, é tema da hora, e se é pra gente se unir frente a vida, vamos unir as forças e colaborar e procurar informação para a gente falir esse jogo”, disse Lorena.

Baleia Azul

Apontado como um jogo que teve origem na Rússia, o ‘Baleia Azul’ tem um curador ou moderador que distribui os desafios a partir de um grupo secreto onde os contatos são iniciados pelo Facebook. Entre os desafios estão provas mórbidas que de certa forma preparam os participantes para o suicídio.

São desafios típicos, por exemplo: escrever frases e fazer desenhos com lâminas na palma da mão e nos braços, assistir a filmes de terror de madrugada, subir no alto de um telhado ou edifício, escutar músicas depressivas, mutilar partes do corpo – como os lábios, ficar doente, ir a uma estrada de ferro de madrugada, receber e aceitar uma data para a sua morte e cumprir essa missão.

Rafael Santana


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About Rafael Santana

Rafael Bonfim Santana é jornalista com experiência em diversos sites e jornais da Bahia com foco em pautas políticas regionais

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