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Mutirão contra aedes aegypti coleta 110 toneladas de lixo e entulho na Cidade Baixa

Crédito: Bruno Concha/Secom/PMS

Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Empresa de Limpeza Urbana do Salvador (Limpurb) participaram na quarta-feira (8) do mutirão de limpeza em combate aos mosquitos transmissores de doenças como a dengue, zika vírus e chikungunya, no Alto do Bonfim. Juntamente com as equipes da Limpurb, agentes de endemias e profissionais do Setor de Mobilização e Educação da SMS visitaram as ruas Beira Mar, Santa Fé, Porto Bonfim e a Rua da Ladeira do Bonfim.

Crédito: Bruno Concha/Secom/PMS

Só hoje, cerca de 110 toneladas de lixo e entulho foram coletadas. No local, foram realizadas identificação e eliminação de criadouros de inseto, borrifação de inseticida, inspeção de embarcações, panfletagem e orientação. As ruas passaram também por serviços de varrição, roçagem, gancheamento e retirada de entulho e materiais inservíveis. A ação segue nesta quinta-feira (9), e o ponto de encontro é a Marina, na Rua Artur Matos, Bonfim, às 8h. O balanço dessa edição do mutirão deve ser divulgado na sexta-feira (10).

Durante as estações quentes do ano (Primavera e Verão), a Prefeitura continuará fazendo as ações em combate ao aedes aegypti. O próximo distrito sanitário a receber os agentes será o Subúrbio Ferroviário. Na última semana de outubro, quando os mutirões contra o mosquito foram retomados nos bairros de Canabrava e Castelo branco, 67 profissionais da Prefeitura visitaram cerca de 130 imóveis e recolheram mais de 18 toneladas de entulho e material inservível. Na ocasião, aproximadamente 570 depósitos do inseto transmissor foram eliminados.

Crédito: Bruno Concha/Secom/PMS

Dados – A capital baiana apresenta esse ano uma taxa de 3,1 de Infestação Predial (LIRA). De janeiro a setembro de 2017, foi registrada queda acentuada no número de casos confirmados de dengue, zika vírus e chikungunya em Salvador. Os dados apontam para a eficácia das estratégias aplicadas pelo município no controle da infestação pelo mosquito Aedes aegypti – que é também responsável pela transmissão do vírus da febre amarela, embora até agora só haja registros em micos e macacos – nos 12 distritos sanitários da capital baiana.

Crédito: Bruno Concha/Secom/PMS

Entre janeiro e setembro deste ano, 515 casos de dengue foram confirmados. O número é 54% menor que o mesmo período de 2016, quando 944 pessoas tiveram diagnóstico positivo. Em relação à chikungunya, o registro teve uma redução de 57%, com 91 infectados até setembro contra 158 no ano anterior. A zika, por sua vez, passou de 77 para 36 ocorrências, que contabiliza uma diminuição de 47%.

Fonte: Secom/PMS

 

Sobre Rafael Santana

Rafael Bonfim Santana é jornalista com experiência em diversos sites e jornais da Bahia com foco em pautas políticas regionais

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